Hoje o profeta Habacuc clama ao Senhor com os gritos: “Até quando”? (Hab 1,2-3). Faz-nos olhar para o futuro, visto que no Apocalipse o povo clamava por justiça dizendo: “Até quando, ó senhor santo e verdadeiro, tardarás a fazer justiça”? (Ap 6,9). Ao diálogar com Deus o profeta revela-nos o que está vendo, um povo que já não cultiva mais o amor pelo Senhor e, em suas relações, deixa imperar a injustiça, a impiedade, a imoralidade, a violência, a destruição... Contudo, seus gritos, inicialmente, não são atendidos, ele fica sem socorro. O Senhor lhe responde fazendo-o ter esperança e viver toda aquela iniquidade com fé, pois “o justo viverá por sua fé” (Hab 1,4). Mas, o que é a fé?
A fé, segundo Hebreus, é “uma posse antecipada do que se espera” (Hb 11,1). São Paulo, por compreender o que realmente é a fé, insiste em afirmar que “o justo viverá pela fé” (Rm 1,17; Gl 3,11). No entanto, o Cristão deve considerar não somente a fé, mas também as obras como nos diz São Tiago: “a fé, se não tiver obras, está morta em seu isolamento” (Tg 2,17). Ela precisa vir acompanhada das obras para ter posse daquilo que se espera: a vida eterna. Sabendo que para alcançar a vida eterna é urgente o crescimento na fé.
Um crescimento que se dá em Cristo, porque até mesmo “os apóstolos disseram ao Senhor: ‘Aumenta a nossa fé!’” (Lc 17,5). Isso se dá na constante perseverança no seguimento a Cristo; na oração assídua, na busca constante pelos sacramentos... Porque o Senhor sabe que seus filhos são fracos para crer por isso diz: “Homens de pouca fé” (Mt 8,26) e continua em São Lucas “Se vós tivésseis fé” (Lc 17,6).
A fé é condição para se chegar à morada eterna. Esta fé que o homem recebe no seu Batismo precisa ser lapidada no dia a dia para aumentar cada vez mais. Pelo Batismo é que se tem “o acesso à fé”, nele está “a chave para a ‘vida eterna’” (Spe Salvi, n. 10).
Deste modo, São Paulo recomenda a todos: “Usa um compêndio das palavras sadias que de mim ouviste em matéria de fé e de amor em Cristo Jesus” (2 Tm 1,13), ao passo que “Somos servos inúteis” (Lc 17,10). No entanto, vos pergunto: “fizemos o que devíamos fazer” (Lc 17,10) para aumentar a nossa fé? Até quando vamos viver imaturos na fé?
A fé, segundo Hebreus, é “uma posse antecipada do que se espera” (Hb 11,1). São Paulo, por compreender o que realmente é a fé, insiste em afirmar que “o justo viverá pela fé” (Rm 1,17; Gl 3,11). No entanto, o Cristão deve considerar não somente a fé, mas também as obras como nos diz São Tiago: “a fé, se não tiver obras, está morta em seu isolamento” (Tg 2,17). Ela precisa vir acompanhada das obras para ter posse daquilo que se espera: a vida eterna. Sabendo que para alcançar a vida eterna é urgente o crescimento na fé.
Um crescimento que se dá em Cristo, porque até mesmo “os apóstolos disseram ao Senhor: ‘Aumenta a nossa fé!’” (Lc 17,5). Isso se dá na constante perseverança no seguimento a Cristo; na oração assídua, na busca constante pelos sacramentos... Porque o Senhor sabe que seus filhos são fracos para crer por isso diz: “Homens de pouca fé” (Mt 8,26) e continua em São Lucas “Se vós tivésseis fé” (Lc 17,6).
A fé é condição para se chegar à morada eterna. Esta fé que o homem recebe no seu Batismo precisa ser lapidada no dia a dia para aumentar cada vez mais. Pelo Batismo é que se tem “o acesso à fé”, nele está “a chave para a ‘vida eterna’” (Spe Salvi, n. 10).
Deste modo, São Paulo recomenda a todos: “Usa um compêndio das palavras sadias que de mim ouviste em matéria de fé e de amor em Cristo Jesus” (2 Tm 1,13), ao passo que “Somos servos inúteis” (Lc 17,10). No entanto, vos pergunto: “fizemos o que devíamos fazer” (Lc 17,10) para aumentar a nossa fé? Até quando vamos viver imaturos na fé?
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