Nesses tempos modernos, em que nós, seres humanos, vivemos e convivemos, não há espaço para a acomodação de pessoas covardes e fingidas. A vida é justa e segue sempre promovendo encontros que nos conduzem à verdade nua e crua. Mesmo quando insistimos em não querer enxergar a realidade, dizendo que aquilo que os olhos não veem, o coração não sente, ela persiste em nos redirecionar, e até usa algumas situações dolorosas para nos acordar e fazer esse reajuste evolutivo.
As pessoas de mente aberta logo entendem que, para chegar à realização, é preciso transformar ações em atitudes revestidas de amor, e, assim, dar prosseguimento à sua caminhada. Encare as barreiras levantadas por aqueles que estão parados no tempo, e que tentam barrar os seus sonhos.
A convivência em alguns ambientes profissionais, às vezes, nos fazem sentir como um caranguejo dentro de um balde, junto com outros igualmente aprisionados, que, aliás, já desistiram de escapar, mas que, ao perceberem nossa insistência em querer abandonar o que nos aprisiona, nos puxam para baixo tentando refrear nossa iniciativa. Essa atitude se dá pelo fato de estarem acostumados a viver presos e condicionados.
Nesse mundo competitivo, existem pouquíssimas pessoas que realmente desejam o nosso bem. Na verdade, diariamente, estamos convivendo com um bando de leões que se pintam de zebra, só para disfarçar a personalidade traiçoeira e se aproximar para atacar a presa, sem que essa possa defender-se, por estar despreparada. Portanto, só participe de uma conversa nos bastidores de uma empresa, se a mesma estiver sendo puxada por alguém que fala, sem olhar para trás, e de um assunto que possa ser ouvido por qualquer pessoa que, de repente, venha a se aproximar de surpresa. Lembre-se que, antigamente, as paredes tinham apenas ouvidos, mas, agora, até elas evoluíram e passaram a contar com outros dispositivos. Com o avanço da tecnologia, além de ouvidos, elas têm os olhos das câmeras que gravam continuamente tudo o que acontece dentro do ambiente de trabalho.
Pessoas muito sinceras não encontrarão paz de espírito nesses ambientes e, certamente, desistirão de fazer parte desse jogo. Observarão que a maioria está acomodada com essa vidinha de gado tocado, que sempre segue a boiada, mesmo pastando aos trancos e barrancos, rumo ao matadouro.
Precisamos fazer a parte que nos cabe, envolvidos pelo sentimento de amor, sem esperar que os outros ajam da mesma maneira. Com respeito, devemos olhar aquilo que discordamos nas atitudes alheias e consideramos errado. Devemos fazer somente o que é certo e, depois, nos distanciarmos do medo que temos de que, a qualquer momento, alguém possa retirar de nós as oportunidades de crescimento.
Por Evaldo Ribeiro
Bom texto! Boa fonte pra reflexão!F.M.
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