sexta-feira, 29 de abril de 2011
Imagens da Beleza da Lagoa do Portinho em Parnaiba.
De fato moramos em um lugar repleto de belezas naturais.
A Lagoa do Portinho, patrimonio ecologico piauiense, e um exemplo disso. Com suas aguas mornas, escuras e uma vegetação ainda preservada, o local recebe semanalmente milhares de pessoas de varios estados brasileiros que passam a desfrutar - por um custo ainda baixo - do banho, dos passeios de lancha e jet sky, da roda de samba nos fins de semana e o por do sol nas dunas presentes naquele lugar.
O Centro Recreativo Lagoa do Portinho do SESI faz parte integrante desse leque de oportunidades turisticas, com uma estrutura que atende cerca de 200 hospedes distribuidos em chales e apartamentos. Segundo a direçao, as reservas para empresas e instituiçoes são as mais procuradas e explica, " O hospede tem aqui um local agradavel para o descanço e o lazer. Desde as acomodações ate o cardapio do restaurante regionalizado", garantiu Rita Holanda, avisando que para o mes de julho a maioria das reservas ja foram feitas.
Para mais informações, no celular (86) 9412- 2975.
Fonte Ascom FIEPI
Fotos Paulo Cesar.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
A sua vida tem um propósito e um sentido
Você não está aqui apenas para preencher um espaço ou para ser um figurante no filme de outra pessoa.
Pense nisto: o mundo seria diferente se você não existisse. Cada lugar onde você esteve e cada pessoa com quem você já falou seriam diferentes sem você.
Estamos todos interligados e somos todos afetados pelas decisões e mesmo pela existência daqueles que vivem no mundo conosco.
Os estudos realizados com americanos mais idosos descobriram que um dos fatores mais importantes para a felicidade é saber profundamente que sua vida tem um propósito. Sem um propósito claramente definido, sete em dez indivíduos sentem-se inseguros em relação a suas vidas. Em contrapartida, quase sete em dez pessoas que têm consciência de haver um propósito em suas vidas sentem-se satisfeitas.
Cultive as amizades
Reaproxime-se dos antigos amigos e aproveite as oportunidades no trabalho ou na vizinhança para expandir seu círculo de amizades. As pessoas precisam sentir que fazem parte de um contexto maior onde há uma troca de afeto e atenção.
Andy desejava conhecer seus vizinhos, mas em geral o que via eram cercas altas e portas fechadas.
Anos antes, Andy havia comprado um computador com a intenção de usá-lo para trabalhar. Em um dia de folga, começou a explorar a Internet. Visitou vários sites onde pessoas que tinham interesses comuns em livros, esportes ou arte reuniam-se on line para conversar sobre seus passatempos.
Ele começou a conversar com uma pessoa em particular durante suas viagens cibernéticas e logo descobriu que tinham muito em comum. Passaram a conversar um com o outro, embora por intermédio de um computador.
Semanas mais tarde, durante uma conversa cibernética de Andy com seu novo amigo, sua casa ficou sem luz elétrica. Quando a eletricidade voltou, Andy procurou seu amigo e descobriu que ele, exatamente no mesmo momento, também ficara sem eletricidade.
Suspeitando da coincidência, Andy e o amigo resolveram revelar seus endereços. Entre todos os lugares do mundo em que poderiam estar, descobriram que moravam na mesma rua!
Andy aprendeu uma lição: há pessoas maravilhosas bem perto esperando que você as descubra.
J J J
As relações íntimas de amizade são os fatores mais relevantes para a felicidade. Se você se sente próximo de outras pessoas, você tem quatro vezes mais chances de sentir-se bem consigo mesmo do que se não se sentir próximo de ninguém.
Lembre-se de onde você veio
Pesquise sua origem e celebre-a. Todos nós pertencemos a um grupo ou a uma família que tem sua história, seus valores, sua cultura, que passou por muitas experiências e desafios até chegar a você. Isso traz um enorme reforço à sua identidade e faz com que você se sinta um ser único e original no meio de um mundo vasto e complexo.
Vivemos num mundo massificado que nos impõe seus costumes e nos identifica por nossas características mais superficiais. Nossas casas parecem iguais, nossas cidades parecem iguais, vemos os mesmos filmes, obedecemos à ditadura da moda, repetimos as opiniões impostas pelos meios de comunicação. Freqüentemente nos sentimos perdidos em meio a toda essa repetição, sem mesmo nos darmos conta de que ansiamos por saber qual é o nosso lugar no mundo. Conhecemos nosso círculo familiar mais próximo, ouvimos remotamente falar de nossos ancestrais, mas não temos idéia do que viveram e representaram. "De onde vim e como cheguei a este lugar?" é uma pergunta que raramente nos ocorre, apesar de sua resposta ser importante para nossa identidade.
Não confunda bens materiais com sucesso
O tipo de carro que você tem, o tamanho da sua casa ou a rentabilidade dos seus investimentos não fazem de você uma pessoa melhor ou pior. Lembre-se daquilo que realmente importa na vida.
J J J
Imagine que hoje é o seu último dia na Terra. Agora, faça uma lista mental de todas as coisas que conseguiu, todas as coisas de que se orgulha e todas as coisas que deixaram você realmente feliz.
O seu carro está nessa lista? A sua televisão? Seu aparelho de som? O seu salário faz parte da lista? Não acredito. O que está na lista são os elementos fundamentais de uma vida plena – seu relacionamento com seus amigos e sua família, suas contribuições para a felicidade dos outros, os momentos marcantes e de maior emoção. Estes são os alicerces da sua lista.
Muitas pessoas vivem dia após dia se enganando. Em vez de ;investirem no que é fundamental, priorizando esses valores, colecionam coisas materiais e prestígio sem questionar o que o sucesso" significa realmente.
Em um estudo baseado em questionários e na observação cotidiana, os recursos materiais eram nove vezes menos importantes para a felicidade do que os recursos "pessoais", como a relação amorosa com os amigos e a família.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
ÉTICA E MORAL
Qual a diferença entre moral e ética?
Em primeiro lugar, observe-se a origem das palavras. „Ética“ vem do grego „ethos“, e significa
hábito. „Moral“ vem do latim „mores“ e significa „hábito, costumes“. Ou seja, do ponto de vista
puramente filológico não haveria motivo para se distinguir as duas expressões (a não ser, é claro,
que se faça estudos filológicos muito precisos e se estude a diferença entre o significado de „ethos“
para gregos e „morus“ para os latinos).
Fato é que mesmo no mundo filosófico existe um certo caos terminológico neste respeito.
Especialmente na tradição teológica: o que os protestantes chamam de ética, os católicos chamam
de moral.Em geral, procura-se seguir a seguinte distinção: enquanto a moral é uma ciência
descritiva (descreve como os seres humanos de uma determinada cultura de fato agem) a ética é
normativa (ele determina como eles deveriam agir). Dando um exemplo: sair nu pela Rua da
PRAIA(RUA MOVIMENTADA EM PORTO ALEGRE. (em geral não se faz isso), mas não
antiético (afinal, não se está fazendo mal a ninguém!). Mas observe: nem todos os filósofos fazem
tal distinção: o grande Kant, por exemplo, tende a usar „moral“ no sentido que aqui explico como
„ética“! Portanto: sempre observe de quem se está a falar.
Além disso, as coisas não são tão fáceis como na distinção proposta: o que em geral não se faz
numa sociedade pode ser prejudicial e assim talvez automaticamente anti-ético (a nudez na Rua:DA
PRAIA(RUA DE MAIOR MOVIMENTO DE PESSOAS EM PORTO ALEGRE), poderia estar
pervertendo adolescentes, levando-os para um „mau caminho“, por exemplo, e isto já seria
antiético). Além disso chama-se ética, em geral, diferindo novamente da moral, a ciência que trata
apenas do conhecimento natural (não aquele revelado por Deus na Bíblia) sobre o Bem e o Mal. Ou
seja, um ateu deveria por si só, sem crer na Bíblia, saber o que é Bem e o que é Mal. A ética se
basearia portanto apenas na capacidade individual e natural da razão.
Em primeiro lugar, observe-se a origem das palavras. „Ética“ vem do grego „ethos“, e significa
hábito. „Moral“ vem do latim „mores“ e significa „hábito, costumes“. Ou seja, do ponto de vista
puramente filológico não haveria motivo para se distinguir as duas expressões (a não ser, é claro,
que se faça estudos filológicos muito precisos e se estude a diferença entre o significado de „ethos“
para gregos e „morus“ para os latinos).
Fato é que mesmo no mundo filosófico existe um certo caos terminológico neste respeito.
Especialmente na tradição teológica: o que os protestantes chamam de ética, os católicos chamam
de moral.Em geral, procura-se seguir a seguinte distinção: enquanto a moral é uma ciência
descritiva (descreve como os seres humanos de uma determinada cultura de fato agem) a ética é
normativa (ele determina como eles deveriam agir). Dando um exemplo: sair nu pela Rua da
PRAIA(RUA MOVIMENTADA EM PORTO ALEGRE. (em geral não se faz isso), mas não
antiético (afinal, não se está fazendo mal a ninguém!). Mas observe: nem todos os filósofos fazem
tal distinção: o grande Kant, por exemplo, tende a usar „moral“ no sentido que aqui explico como
„ética“! Portanto: sempre observe de quem se está a falar.
Além disso, as coisas não são tão fáceis como na distinção proposta: o que em geral não se faz
numa sociedade pode ser prejudicial e assim talvez automaticamente anti-ético (a nudez na Rua:DA
PRAIA(RUA DE MAIOR MOVIMENTO DE PESSOAS EM PORTO ALEGRE), poderia estar
pervertendo adolescentes, levando-os para um „mau caminho“, por exemplo, e isto já seria
antiético). Além disso chama-se ética, em geral, diferindo novamente da moral, a ciência que trata
apenas do conhecimento natural (não aquele revelado por Deus na Bíblia) sobre o Bem e o Mal. Ou
seja, um ateu deveria por si só, sem crer na Bíblia, saber o que é Bem e o que é Mal. A ética se
basearia portanto apenas na capacidade individual e natural da razão.
Ética...
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente... Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre... Gosto das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes."
(Clarice Lispector)
sábado, 27 de novembro de 2010
O Deserto
"...pois o deserto não é aquilo que vulgarmente se pensa, deserto é tudo quanto esteja ausente dos homens, ainda que não devamos esquecer que não é raro encontrar desertos e securas mortais em meio de multidões.(...) deserto é dizer, Deixará de o ser quando lá estivermos."(SARAMAGO,1991: 79 e 145)
O que seria o deserto afinal? Ao que tudo indica, uma ausência, ou melhor dizendo, a percepção de uma ausência por uma evidência.
A evidência seria o Ser, tendo consciência de sua presença e da falta do Outro, ou seja, perde-se a referência do que existe de humano além de si e em-si, levando em consideração que mesmo os Outros nada mais são que uma outra esfera de nossa própria existência.
Talvez isso explique, a sensação de vazio quando não percebemos mais aquela referência semelhante a nós, imaginada como diferente por nosso olhar, manifesta-se inclusive em meio social, pois quando nos sentimos estranhos ao grupo, é como se nos alienássemos em relação a ele, o que nos tornaria em hipótese, sós dentro daquela conjuntura.
O que me faz reportar a Erasmo de Rotterdam:
"O maior erro é acreditar que a felicidade consiste nas coisas em si próprias; ela depende da opinião que delas se tiver."(ROTTERDAM,1973: 81)
É nossa percepção que irá determinar a realidade que se apresenta, ou melhor, a forma como essa realidade será apreendida, assim, seremos nós os criadores da sensação de deserto.
O deserto em si é infundado, quando estamos inseridos nele, pois em hipótese, ele se conceitua pela inexistência da presença humana, nós enquanto humanos, estaríamos anulando seu sentido ao estarmos inseridos nele. Entretanto, para que ocorra tal assimilação, precisamos reconhecermo-nos como inseridos, pois precisamos inteligir o processo a partir de nossa referência perceptiva em relação ao que objetivamos. Não basta o objeto-homem estar inserido, ou antes, para estar inserido, precisa sentir-se assim. Logo, somos o que determinamos ser e mesmo a ausência, existe quando a fazemos ser, tornando-a perceptível não por aquilo que nos falta, mas por nos abstrairmos do objeto, pois somos nós a própria falta, no grupo não são os membros que faltam, mas sim o ser que se sente fora dele, este ser-deserto é a ausência de fato, aquele que deixou de ser por uma vontade excludente.
Referências Bibliográficas:
SARAMAGO, José. O Evangelho Segundo Jesus Cristo: romance. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
ROTTERDAM, Erasmo. Elogio da Loucura. Tradução, prefácio e notas: Maria Isabel Gonçalves Tomás. São Paulo: Publicações Europa-América, 1973.
Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
O Deserto publicado 12/11/2010 por Bruno Leonardo Galdino de Azevedo em http://www.webartigos.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/51999/1/O-Deserto/pagina1.html#ixzz16Xfh4U72
O que seria o deserto afinal? Ao que tudo indica, uma ausência, ou melhor dizendo, a percepção de uma ausência por uma evidência.
A evidência seria o Ser, tendo consciência de sua presença e da falta do Outro, ou seja, perde-se a referência do que existe de humano além de si e em-si, levando em consideração que mesmo os Outros nada mais são que uma outra esfera de nossa própria existência.
Talvez isso explique, a sensação de vazio quando não percebemos mais aquela referência semelhante a nós, imaginada como diferente por nosso olhar, manifesta-se inclusive em meio social, pois quando nos sentimos estranhos ao grupo, é como se nos alienássemos em relação a ele, o que nos tornaria em hipótese, sós dentro daquela conjuntura.
O que me faz reportar a Erasmo de Rotterdam:
"O maior erro é acreditar que a felicidade consiste nas coisas em si próprias; ela depende da opinião que delas se tiver."(ROTTERDAM,1973: 81)
É nossa percepção que irá determinar a realidade que se apresenta, ou melhor, a forma como essa realidade será apreendida, assim, seremos nós os criadores da sensação de deserto.
O deserto em si é infundado, quando estamos inseridos nele, pois em hipótese, ele se conceitua pela inexistência da presença humana, nós enquanto humanos, estaríamos anulando seu sentido ao estarmos inseridos nele. Entretanto, para que ocorra tal assimilação, precisamos reconhecermo-nos como inseridos, pois precisamos inteligir o processo a partir de nossa referência perceptiva em relação ao que objetivamos. Não basta o objeto-homem estar inserido, ou antes, para estar inserido, precisa sentir-se assim. Logo, somos o que determinamos ser e mesmo a ausência, existe quando a fazemos ser, tornando-a perceptível não por aquilo que nos falta, mas por nos abstrairmos do objeto, pois somos nós a própria falta, no grupo não são os membros que faltam, mas sim o ser que se sente fora dele, este ser-deserto é a ausência de fato, aquele que deixou de ser por uma vontade excludente.
Referências Bibliográficas:
SARAMAGO, José. O Evangelho Segundo Jesus Cristo: romance. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
ROTTERDAM, Erasmo. Elogio da Loucura. Tradução, prefácio e notas: Maria Isabel Gonçalves Tomás. São Paulo: Publicações Europa-América, 1973.
Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
O Deserto publicado 12/11/2010 por Bruno Leonardo Galdino de Azevedo em http://www.webartigos.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/51999/1/O-Deserto/pagina1.html#ixzz16Xfh4U72
Até quando?
Hoje o profeta Habacuc clama ao Senhor com os gritos: “Até quando”? (Hab 1,2-3). Faz-nos olhar para o futuro, visto que no Apocalipse o povo clamava por justiça dizendo: “Até quando, ó senhor santo e verdadeiro, tardarás a fazer justiça”? (Ap 6,9). Ao diálogar com Deus o profeta revela-nos o que está vendo, um povo que já não cultiva mais o amor pelo Senhor e, em suas relações, deixa imperar a injustiça, a impiedade, a imoralidade, a violência, a destruição... Contudo, seus gritos, inicialmente, não são atendidos, ele fica sem socorro. O Senhor lhe responde fazendo-o ter esperança e viver toda aquela iniquidade com fé, pois “o justo viverá por sua fé” (Hab 1,4). Mas, o que é a fé?
A fé, segundo Hebreus, é “uma posse antecipada do que se espera” (Hb 11,1). São Paulo, por compreender o que realmente é a fé, insiste em afirmar que “o justo viverá pela fé” (Rm 1,17; Gl 3,11). No entanto, o Cristão deve considerar não somente a fé, mas também as obras como nos diz São Tiago: “a fé, se não tiver obras, está morta em seu isolamento” (Tg 2,17). Ela precisa vir acompanhada das obras para ter posse daquilo que se espera: a vida eterna. Sabendo que para alcançar a vida eterna é urgente o crescimento na fé.
Um crescimento que se dá em Cristo, porque até mesmo “os apóstolos disseram ao Senhor: ‘Aumenta a nossa fé!’” (Lc 17,5). Isso se dá na constante perseverança no seguimento a Cristo; na oração assídua, na busca constante pelos sacramentos... Porque o Senhor sabe que seus filhos são fracos para crer por isso diz: “Homens de pouca fé” (Mt 8,26) e continua em São Lucas “Se vós tivésseis fé” (Lc 17,6).
A fé é condição para se chegar à morada eterna. Esta fé que o homem recebe no seu Batismo precisa ser lapidada no dia a dia para aumentar cada vez mais. Pelo Batismo é que se tem “o acesso à fé”, nele está “a chave para a ‘vida eterna’” (Spe Salvi, n. 10).
Deste modo, São Paulo recomenda a todos: “Usa um compêndio das palavras sadias que de mim ouviste em matéria de fé e de amor em Cristo Jesus” (2 Tm 1,13), ao passo que “Somos servos inúteis” (Lc 17,10). No entanto, vos pergunto: “fizemos o que devíamos fazer” (Lc 17,10) para aumentar a nossa fé? Até quando vamos viver imaturos na fé?
A fé, segundo Hebreus, é “uma posse antecipada do que se espera” (Hb 11,1). São Paulo, por compreender o que realmente é a fé, insiste em afirmar que “o justo viverá pela fé” (Rm 1,17; Gl 3,11). No entanto, o Cristão deve considerar não somente a fé, mas também as obras como nos diz São Tiago: “a fé, se não tiver obras, está morta em seu isolamento” (Tg 2,17). Ela precisa vir acompanhada das obras para ter posse daquilo que se espera: a vida eterna. Sabendo que para alcançar a vida eterna é urgente o crescimento na fé.
Um crescimento que se dá em Cristo, porque até mesmo “os apóstolos disseram ao Senhor: ‘Aumenta a nossa fé!’” (Lc 17,5). Isso se dá na constante perseverança no seguimento a Cristo; na oração assídua, na busca constante pelos sacramentos... Porque o Senhor sabe que seus filhos são fracos para crer por isso diz: “Homens de pouca fé” (Mt 8,26) e continua em São Lucas “Se vós tivésseis fé” (Lc 17,6).
A fé é condição para se chegar à morada eterna. Esta fé que o homem recebe no seu Batismo precisa ser lapidada no dia a dia para aumentar cada vez mais. Pelo Batismo é que se tem “o acesso à fé”, nele está “a chave para a ‘vida eterna’” (Spe Salvi, n. 10).
Deste modo, São Paulo recomenda a todos: “Usa um compêndio das palavras sadias que de mim ouviste em matéria de fé e de amor em Cristo Jesus” (2 Tm 1,13), ao passo que “Somos servos inúteis” (Lc 17,10). No entanto, vos pergunto: “fizemos o que devíamos fazer” (Lc 17,10) para aumentar a nossa fé? Até quando vamos viver imaturos na fé?
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
V Festival do Caranguejo
Para quem aprecia um bom caranguejo em suas mais diversas opções não vai perder um dia se quer do V Festival do Caranguejo que será realizado nos dias 26, 27 e 28 de novembro, na cidade de Ilha Grande do Piauí. O evento traz uma rica programação que envolve gastronomia, turismo, artesanato, shows musicais, apresentações culturais, Regata de Canoas, entre outras atividades. Neste ano o festival está sendo realizado pela Assossiação dos Catadores de Caranguejo Delta - Uça de Ilha Grande em parceria com o SEBRAE e entidades locais.
VIOLÊNCIA
A violência pode ser compreendida como dispositivo para a resolução de problemas de definição da realidade algo que não se ralizou que se tornou uma revolta pela frustação. Podemos dizer que isto é apropriação de recursos para a efetivação do realusando a força para conquistar o poder de dominar, situar, deslocar, preservar, destruir, agredir, acumular e distribuir palavras,
Quando falamos de violência em qualquer parte do mundo independente de classe social, percebemos que há toda uma cultura em torno da violência podemos dizer em escala mundial, que não está relacionada com a miséria, pobreza, ou preconceito racial, problemas familiares ou desemprego mais uma coisa pode afirmar que o social está dando lugar ao individualismo.
A conseqüência da violência tem mudado os hábitos da humanidade deixando-a individualista, grosseira, deixando de ser civilizada vivendo pra si próprio e com medo de tudo, medo de perder, medo de perder o emprego, medo de perder a família, medo da morte. Esse medo gera uma insegurança e uma individualização do individuo a qual não atendido nas suas expectativas passa ser refém de si próprio podendo deixá-lo violento, sendo está mesma pessoa que um dia teve sonhos em busca da sua felicidade que passou a ser amargo e violento.
Diante do contexto exposto vimos que a modificação da natureza do ser humano próximo a nós tem uma dimensão natural social e psicológica, dentro destas dimensões podemos dizer que a vida na sociedade está cada vez mais marcada com cenas de violência, ocorrendo uma mudança de valores de acordo com as situações momentâneas os fatores relevantes no aumento da violência têm atingido todas as classes sociais as taxas de homicídios estão as mais elevadas devido a vários fatores que influenciam a violência assolando a liberdade do ser humano.
Quando falamos de violência em qualquer parte do mundo independente de classe social, percebemos que há toda uma cultura em torno da violência podemos dizer em escala mundial, que não está relacionada com a miséria, pobreza, ou preconceito racial, problemas familiares ou desemprego mais uma coisa pode afirmar que o social está dando lugar ao individualismo.
A conseqüência da violência tem mudado os hábitos da humanidade deixando-a individualista, grosseira, deixando de ser civilizada vivendo pra si próprio e com medo de tudo, medo de perder, medo de perder o emprego, medo de perder a família, medo da morte. Esse medo gera uma insegurança e uma individualização do individuo a qual não atendido nas suas expectativas passa ser refém de si próprio podendo deixá-lo violento, sendo está mesma pessoa que um dia teve sonhos em busca da sua felicidade que passou a ser amargo e violento.
Diante do contexto exposto vimos que a modificação da natureza do ser humano próximo a nós tem uma dimensão natural social e psicológica, dentro destas dimensões podemos dizer que a vida na sociedade está cada vez mais marcada com cenas de violência, ocorrendo uma mudança de valores de acordo com as situações momentâneas os fatores relevantes no aumento da violência têm atingido todas as classes sociais as taxas de homicídios estão as mais elevadas devido a vários fatores que influenciam a violência assolando a liberdade do ser humano.
O CONHECIMENTO DE DEUS
A idéia da existência de Deus é algo que o ser humano nasce com ela ou adquiri durante a sua vida? Para responder a essa indagação, faz-se necessário recorrer ao texto de Gênesis, capítulo 1, versículo 26, no qual Deus diz: “Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança [...]”. Assim, de acordo com a Bíblia Sagrada o ser humano possui de maneira intrínseca alguma coisa de Deus desde a criação, que é a sua imagem e semelhança. Mas esta imagem e semelhança que são mencionadas em Gênesis não indicam que o homem e a mulher já nascem com o pensamento de que Deus existe. O que nós temos, na verdade, é a idéia do divino, do metafísico e do transcendente, que foi posta em nós por ocasião da formação do primeiro homem, Adão.
Nessa esteira de raciocínio, a teologia ensina que esta imagem e semelhança que herdamos de Deus é algo moral e natural (cf. MENZIES e HORTON, 1955, p.87-89). E isso é facilmente observado na natureza do homem, que, mesmo decaída por causa do pecado, ainda conserva características do seu criador, dentre as quais, tem-se o atributo da justiça. Assim, existe o senso comum entre os povos das mais variadas culturas e nações em repudiar práticas, tais como: o assassinato e o estupro. E este senso comum que o ser humano possui é reflexo do atributo da justiça que foi posto em nós quando Deus nós fez a sua imagem e semelhança moral e natural.
Neste sentido, o apóstolo Paulo ensinou os cristãos da cidade de Roma e escreveu que os gentios, mesmo não tendo lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei e dessa forma mostram a obra da lei escrita nos seus corações, testificando juntamente com a sua consciência e os seus pensamentos, que às vezes os acusam e os defendem (cf. Rm 2.14,15). Nesses termos, Paulo ensinou aos romanos que os povos pagãos mesmo sem conhecerem a Deus tinham nos seus corações os seus preceitos morais internalizados; e isto é fruto da imagem e semelhança moral e natural de Deus.
O fato é que na verdade nós não conhecemos a Deus. É ele quem nos conhece e se revela para nós de diversas maneiras. E dentre as muitas maneiras que Deus se revela para nós, o teólogo Ralph Smith menciona que ele se revela nas aparições e manifestações divinas; ele se revela por meio da sua palavra; ele se revela nas experiências pessoais; ele se revela no culto; ele se revela no pronunciar e no ouvir a palavra profética; e, ele se revela por meio da nossa consciência moral. E mesmo frente a essas multiformes revelações de Deus, nós ainda não conseguimos conhecê-lo em toda a sua plenitude. Pois se isso fosse possível, Deus não seria Deus (cf. SMITH, 2001, p.98-102).
Assim, conclui-se que o ser humano tem apenas um conhecimento do divino, do metafísico e do transcendente. E este conhecimento é fruto da imagem e da semelhança moral e natural que nós herdamos de Deus. Pois o conhecimento efetivo de Deus se dá por meio da sua revelação. Dessa forma, nós não nascemos com o conhecimento de Deus, pois é ele quem nos conhece e se revela para nós.
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Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:Nessa esteira de raciocínio, a teologia ensina que esta imagem e semelhança que herdamos de Deus é algo moral e natural (cf. MENZIES e HORTON, 1955, p.87-89). E isso é facilmente observado na natureza do homem, que, mesmo decaída por causa do pecado, ainda conserva características do seu criador, dentre as quais, tem-se o atributo da justiça. Assim, existe o senso comum entre os povos das mais variadas culturas e nações em repudiar práticas, tais como: o assassinato e o estupro. E este senso comum que o ser humano possui é reflexo do atributo da justiça que foi posto em nós quando Deus nós fez a sua imagem e semelhança moral e natural.
Neste sentido, o apóstolo Paulo ensinou os cristãos da cidade de Roma e escreveu que os gentios, mesmo não tendo lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei e dessa forma mostram a obra da lei escrita nos seus corações, testificando juntamente com a sua consciência e os seus pensamentos, que às vezes os acusam e os defendem (cf. Rm 2.14,15). Nesses termos, Paulo ensinou aos romanos que os povos pagãos mesmo sem conhecerem a Deus tinham nos seus corações os seus preceitos morais internalizados; e isto é fruto da imagem e semelhança moral e natural de Deus.
O fato é que na verdade nós não conhecemos a Deus. É ele quem nos conhece e se revela para nós de diversas maneiras. E dentre as muitas maneiras que Deus se revela para nós, o teólogo Ralph Smith menciona que ele se revela nas aparições e manifestações divinas; ele se revela por meio da sua palavra; ele se revela nas experiências pessoais; ele se revela no culto; ele se revela no pronunciar e no ouvir a palavra profética; e, ele se revela por meio da nossa consciência moral. E mesmo frente a essas multiformes revelações de Deus, nós ainda não conseguimos conhecê-lo em toda a sua plenitude. Pois se isso fosse possível, Deus não seria Deus (cf. SMITH, 2001, p.98-102).
Assim, conclui-se que o ser humano tem apenas um conhecimento do divino, do metafísico e do transcendente. E este conhecimento é fruto da imagem e da semelhança moral e natural que nós herdamos de Deus. Pois o conhecimento efetivo de Deus se dá por meio da sua revelação. Dessa forma, nós não nascemos com o conhecimento de Deus, pois é ele quem nos conhece e se revela para nós.
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O CONHECIMENTO DE DEUS publicado 17/11/2010 por Flávio Bessa da Costa em http://www.webartigos.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/52368/1/O-CONHECIMENTO-DE-DEUS/pagina1.html#ixzz16L6g9UBU
O Justo Juízo de Deus
Portanto, você, que julga os outros é indesculpável; pois está condenando a si mesmo naquilo em que julga,
visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas. 2 Sabemos que o juízo de Deus contra os que praticam tais
coisas é conforme a verdade. 3 Assim, quando você, um simples homem, os julga, mas pratica as mesmas coisas,
pensa que escapará do juízo de Deus? 4 Ou será que você despreza as riquezas da sua bondade, tolerância e
paciência, não reconhecendo que a bondade de Deus o leva ao arrependimento?
5 Contudo, por causa da sua teimosia e do seu coração obstinado, você está acumulando ira contra si mesmo,
para o dia da ira de Deus, quando se revelará o seu justo julgamento. 6 Deus “retribuirá a cada um conforme o seu
procedimento”
a
. 7 Ele dará vida eterna aos que, persistindo em fazer o bem, buscam glória, honra e imortalidade.
8 Mas haverá ira e indignação para os que são egoístas, que rejeitam a verdade e seguem a injustiça. 9 Haverá
tribulação e angústia para todo ser humano que pratica o mal: primeiro para o judeu, depois para o grego; 10 mas
glória, honra e paz para todo o que pratica o bem: primeiro para o judeu, depois para o grego. 11 Pois em Deus não
há parcialidade.
visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas. 2 Sabemos que o juízo de Deus contra os que praticam tais
coisas é conforme a verdade. 3 Assim, quando você, um simples homem, os julga, mas pratica as mesmas coisas,
pensa que escapará do juízo de Deus? 4 Ou será que você despreza as riquezas da sua bondade, tolerância e
paciência, não reconhecendo que a bondade de Deus o leva ao arrependimento?
5 Contudo, por causa da sua teimosia e do seu coração obstinado, você está acumulando ira contra si mesmo,
para o dia da ira de Deus, quando se revelará o seu justo julgamento. 6 Deus “retribuirá a cada um conforme o seu
procedimento”
a
. 7 Ele dará vida eterna aos que, persistindo em fazer o bem, buscam glória, honra e imortalidade.
8 Mas haverá ira e indignação para os que são egoístas, que rejeitam a verdade e seguem a injustiça. 9 Haverá
tribulação e angústia para todo ser humano que pratica o mal: primeiro para o judeu, depois para o grego; 10 mas
glória, honra e paz para todo o que pratica o bem: primeiro para o judeu, depois para o grego. 11 Pois em Deus não
há parcialidade.
domingo, 21 de novembro de 2010
Os Tesouros no Céu
“Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam
e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões
não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração. “Os olhos são a candeia do corpo. Se os seus olhos forem bons, todo o seu corpo será cheio de luz. Mas se
os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, se a luz que está dentro de você são
trevas, que tremendas trevas são! “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o
outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro.
e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões
não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração. “Os olhos são a candeia do corpo. Se os seus olhos forem bons, todo o seu corpo será cheio de luz. Mas se
os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, se a luz que está dentro de você são
trevas, que tremendas trevas são! “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o
outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro.
A lenda da índia Macyrajara
Macyrajara era uma linda jovem de olhos amendoados e cabelos longos. Seu pai era o chefe Botocó da tribo dos Tremembés, que habitavam as terras da margem direita do Igaraçu até o mar.
Macyrajara conheceu Ubitã, jovem guerreiro pertencente a uma tribo inimiga da sua, que habitava a planície litorânea. Os dois se apaixonaram e passaram a se encontrar às escondidas.
O pai de Macyrajara tomou conhecimento e, discordando daquele amor, mandou prendê-la numa oca vigiada por sete guerreiros.
Ubitã, louco de saudades, procurou em oração se aconselhar com o deus Tupã. E à noite, quando dormia, Tupã lhe disse que Macyrajara estava presa e que ele não fosse procurá-la porque podia morrer.
O destemido guerreiro, levado pela paixão, não ouviu os conselhos de Tupã. E, ao anoitecer, saiu à procura de seu grande amor. Ao chegar próximo à oca, foi atingido no peito por uma flecha inimiga, tendo morte imediata.
Macyrajara, ao tomar conhecimento da tragédia, saiu correndo e desapareceu na escuridão da noite. Três dias após vagar pelas matas, parou em um olho-d’água. Naquele momento, começou a chover, ela, então, cheia de dor e tristeza, começou a chorar. Ali suas lágrimas e a chuva se juntaram à aquelas águas que corriam.
Tupã, apiedando-se dela, transformou suas lágrimas no rio que separou as duas tribos.
Hoje, aquele rio chama-se Portinho e separa as terras de Luís Correia das de Parnaíba.
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